Há alguns anos atrás foram realizadas pesquisas através da CNEN e a Universidade de São Paulo para a proposição de níveis de referência para as atividades utilizadas em Medicina Nuclear no Brasil.

Figura 1. Imagem do artigo que pode ter seu download realizado clicando aqui.

Segundo a norma da CNEN NN 3.05 – Seção II Art.4. temos:

“XVIII – assegurar o registro atualizado, em formato de relatório, fazendo o uso de tabelas ou planilhas, das informações abaixo relacionadas:

a) número de exames realizados anualmente, discriminados mensalmente por tipo de exame;
b) taxa mensal de repetição de exames discriminada por tipo de exames;
c) carga de trabalho anual em termos de número de Pacientes Injetados;
d) atividade total recebida pelo Serviço de Medicina Nuclear, além da administrada aos Pacientes Injetados discriminada mensalmente por tipo de radionuclídeo;
e) dose efetiva acumulada anual e nos últimos 5 (cinco) anos, por Indivíduo Ocupacionalmente Exposto; e
f) dose equivalente anual, por Indivíduo Ocupacionalmente Exposto, quando aplicável.”

Com as informações solicitadas pela CNEN, anualmente podemos revisitar nossos valores e atualizar os limites, como é realizado na Suécia. (Segue o link)

Figura 2.. Site sueco acessado no dia 27/09/2018 para os dados de 2017

Figura 2. Slide de aula da Prof. Jenia Vassileva – Joint ICTP-IAEA School on Quality Assurance and Dose Management in Hybrid Imaging (SPECT/CT AND PET/CT) | 17-28 de setembro de 2018) Sobre as DRL européia para os exames de cintilografia óssea.

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